Um porco que pensava que sabia pensar.
Um porco que escrevia com o cu, tal a qualidade das coisas que dizia.
Um porco disfarçado de burro mas mais burro que qualquer porco e mais porco que qualquer burro.
Esse porco de tão porco que é, nem uma mãe porca por mais porca que fosse o quereria como seu leitão.
Mas como porco que é, diz qualquer porcaria travestido de uma toda a verdade qualquer que julga ele enganar quem o lê.
Esse porco de tão porco que é, nem uma mãe porca por mais porca que fosse o quereria como seu leitão.
Mas como porco que é, diz qualquer porcaria travestido de uma toda a verdade qualquer que julga ele enganar quem o lê.
Não é toda a verdade nem verdade sequer.
É um porco aflito a quem o espeto prometido já lhe coça o cu e o lume lhe queima o courato
Não temas pois, porco. O teu destino ha muito o traçaste.
Ser o nojo de quem te pariu,
Ser o gozo de outros como eu.

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Aqui quem decide oque se deve aceitar sou eu. Qual democracia qual quê. Sou tanto quanto os venenosos